Apesar de a matrícula em unidades de educação infantil a partir dos 4 anos de idade ser obrigatória no país, ainda há crianças fora da escola. Em 16% dos municípios, ou seja, 876 cidades brasileiras, pelo menos uma em cada dez crianças de 4 e 5 anos não frequenta creches ou pré-escolas.
Neste 28 de abril, quando se celebra o Dia Nacional da Educação, o Brasil reforça o papel do ensino como instrumento essencial de transformação social e de promoção do desenvolvimento em diferentes realidades.
Descrição: O vídeo analisa a trajetória e as diversas configurações
do Estado moderno, com foco central na transição entre o Estado de bem-estar
social e o neoliberalismo. O primeiro modelo fundamentou-se nas teorias de
Keynes para assegurar direitos sociais e pleno emprego, enquanto o modelo
neoliberal, impulsionado por figuras como Thatcher e Reagan, buscou a
privatização e a redução da interferência estatal. O vídeo também aborda crises
financeiras contemporâneas e a recente ascensão de discursos conservadores e
direitas políticas nas Américas. Adicionalmente, apresenta-se uma perspectiva
antropológica que questiona a necessidade universal do Estado, citando
sociedades que se organizam de forma não hierárquica. Por fim, um quadro
comparativo sintetiza as características econômicas e políticas de sistemas que
vão do absolutismo ao neoliberalismo.
Referência:
SILVA, Afrânio et al.Sociologia em movimento. São Paulo:
Moderna, 2024. ed. 1. p. 129-132.
O mercado de trabalho formal brasileiro avançou de forma significativa em 2025, com destaque para a ampliação da participação feminina e, especialmente, da contratação de mulheres negras em grandes empresas. Os dados são do 5º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado nesta segunda-feira, 27 de abril, pelos ministérios do Trabalho e Emprego e das Mulheres.
Descrição: O vídeo apresenta uma visão panorâmica sobre as principais
ideologias políticas que moldaram o mundo moderno, contrastando o surgimento do
Estado liberal com as reações autoritárias e revolucionárias. O modelo
liberal é descrito como um sistema fundamentado na soberania popular, nos
direitos individuais e no livre mercado, surgindo para contestar o absolutismo
monárquico. Em oposição a essa estrutura, o socialismo é explorado como
uma proposta de coletivização dos meios de produção e superação das divisões de
classe, exemplificado pela trajetória da União Soviética. Paralelamente, o vídeo
examina a ascensão do nazifascismo na Europa, caracterizado pelo
nacionalismo extremo, controle estatal absoluto e rejeição tanto do liberalismo
quanto do socialismo. Por fim, discute-se como os impactos históricos desses
regimes ainda influenciam os debates políticos contemporâneos e a defesa dos
direitos humanos.
Referência:
SILVA, Afrânio et al.Sociologia em movimento. São Paulo:
Moderna, 2024. ed. 1. p. 126-128.
Especialistas que estudam a violência de gênero apontam que a legislação brasileira para o enfrentamento desses casos é uma das mais avançadas no mundo. A Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, por exemplo, são consideradas marcos legais no combate à violência contra a mulher.