quinta-feira, 2 de abril de 2026

SOCIOLOGIA: Agricultura, concentração de terras e a fome no Brasil


Agricultura, concentração de terras e a fome no Brasil. 
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Descrição: O vídeo discute a persistência da fome e da desigualdade no contexto do modelo de desenvolvimento capitalista, refutando a ideia de que a escassez de recursos seja um fenômeno puramente natural. O vídeo destaca que a concentração de terras nas mãos de poucos e a priorização da produção voltada para a exportação e o lucro impedem a distribuição equitativa de alimentos. Dados estatísticos mostram que, no Brasil, o crescimento tecnológico no campo beneficia monoculturas como a soja, enquanto a insegurança alimentar continua a afetar grande parte da população. Diante desse cenário, diversos setores da sociedade defendem a necessidade de uma reforma agrária e de políticas públicas que garantam direitos sociais fundamentais. Assim, a superação da fome é apresentada como um desafio que exige uma reestruturação política e econômica profunda na organização produtiva do país.

Referência: SILVA, Afrânio et al. Sociologia em movimento. São Paulo: Moderna, 2024. ed. 1. p. 224-225.

SOCIOLOGIA: As questões ambientais como tema das Ciências Sociais. As desigualdades e os problemas ambientais.


As questões ambientais como tema das Ciências Sociais. 
As desigualdades e os problemas ambientais.
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Descrição: Este material examina a interseção entre sociologia e crise ecológica, destacando como o progresso industrial desenfreado gera desigualdades sociais e injustiças ambientais. O vídeo detalha como a exploração de recursos naturais frequentemente beneficia elites econômicas enquanto prejudica populações vulneráveis, como comunidades indígenas e quilombolas, mencionando desastres específicos no Brasil como os de Brumadinho e Maceió. A análise ressalta que a degradação da natureza está intrinsecamente ligada ao modelo capitalista, que muitas vezes transfere atividades poluidoras para nações em desenvolvimento em busca de lucro. O papel de organizações internacionais e movimentos sociais é apresentado como fundamental para questionar a viabilidade do desenvolvimento sustentável e proteger os direitos das gerações futuras. Por fim, as fontes enfatizam a importância de estudar os conflitos territoriais para compreender como a má gestão ambiental aprofunda abismos socioeconômicos globais.

Referência: SILVA, Afrânio et al. Sociologia em movimento. São Paulo: Moderna, 2024. ed. 1. p. 222-223.

SOCIOLOGIA: Sociedade e Meio Ambiente. A problemática socioambiental.


Sociedade e Meio Ambiente. A problemática socioambiental.
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Descrição:

Este material é um resumo referente às páginas 220 e 221 do livro didático “Sociologia em Movimento”, que examina a complexa interdependência entre a sociedade e o meio ambiente, desafiando a visão tradicional que separa a humanidade do mundo natural. O vídeo destaca que a crise ecológica contemporânea decorre de modelos industriais e capitalistas que priorizam o consumo desenfreado e a exploração técnica em detrimento dos ciclos de regeneração da Terra. Em contrapartida, as cosmovisões de povos originários são apresentadas como exemplos de coexistência harmônica, onde o ser humano é visto como parte integrante da natureza. A realidade prática dessa tensão é ilustrada pelo impacto devastador do garimpo ilegal em terras indígenas, como o território Yanomami, resultando em contaminação e insegurança alimentar. Por fim, os autores argumentam que os problemas socioambientais atuais exigem uma reavaliação crítica das nossas práticas históricas para garantir a sustentabilidade futura.

Referência: SILVA, Afrânio et al. Sociologia em movimento. São Paulo: Moderna, 2024. ed. 1. p. 220-221.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

EDUCAÇÃO: Evocar raízes culturais dos alunos transforma a aula, diz pesquisador

(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil).

A sala de aula não pode ser espaço hermético de mera reprodução de pensamentos e que não encoraje a participação e ousadia dos alunos. Mais do que isso, todo professor tem a obrigação de privilegiar a raiz e o saber cultural dos estudantes. Essa é a visão que o artista e pesquisador pernambucano Lucas dos Prazeres, de 42 anos, tem levado Brasil afora em programas de capacitação que chegam a redes públicas de ensino. 

terça-feira, 31 de março de 2026

SOCIOLOGIA: As diferentes formas de conhecimento e a dimensão religiosa


As Diferentes Formas do Conhecimento e a Dimensão Religiosa
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Descrição: O material ora trabalhado é referente às páginas 16 e 17 do livro didático “Sociologia em Movimento”, que explora as diversas formas de conhecimento que a humanidade utiliza para interpretar e agir sobre o mundo ao seu redor. Enquanto o conhecimento científico se destaca por seus métodos rigorosos de verificação e capacidade de autocorreção, o material ressalta que o saber cotidiano e as tradições ancestrais continuam fundamentais para a vida em sociedade. A análise também detalha o conhecimento religioso, fundamentado na fé e em explicações sagradas para questões existenciais e morais. Além disso, são apresentados exemplos práticos, como a arquitetura indígena e a diversidade de crenças no Brasil, demonstrando como a cultura molda nossa percepção da realidade. Em suma, as fontes defendem que diferentes sistemas intelectuais e práticos coexistem para suprir as necessidades materiais e espirituais humanas.

Referência: SILVA, Afrânio et al. Sociologia em movimento. São Paulo: Moderna, 2024. p. 16-17.

domingo, 29 de março de 2026

GÊNERO: Ações pró-igualdade de gênero ampliam a participação feminina nos portos brasileiros


Nas últimas décadas, as mulheres ampliaram sua presença no mercado de trabalho, ocupando diferentes setores e níveis hierárquicos. Ainda assim, persistem desafios como a segregação ocupacional, a informalidade, a desigualdade salarial e a baixa representatividade em cargos de liderança. No setor portuário brasileiro, as mulheres ocupam 17,8% dos postos de trabalho, segundo a Pesquisa sobre Equidade de Gênero no Setor Aquaviário 2024, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

CadEJA: Plataforma do MEC facilita volta de jovens e adultos ao ensino público

(Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília).

Qualquer pessoa com 15 anos ou mais que deseje concluir os estudos poderá registrar um pedido de matrícula na plataforma Cadastro da Educação de Jovens e Adultos (CadEJA), lançada pelo Ministério da Educação (MEC) neste sábado (28), durante o Encontro Nacional da EJA.

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