As redes municipais de ensino, responsáveis pela gestão da educação infantil, adotam mais estratégias em letramento e experiências com a linguagem do que com a matemática.
Os dados são do relatório Percepções e Desafios da Educação Infantil Pública e revelam que, enquanto quase metade (48%) dos municípios adota estratégias de letramento matemático na educação infantil, o avanço é maior quando se trata de práticas voltadas à linguagem e à cultura escrita, presentes em 76% dos municípios.
Descrição: Esse vídeo apresenta
uma visão panorâmica da trajetória e do pensamento de Friedrich
Nietzsche, destacando sua transição da filologia clássica para uma
filosofia assistemática e aforística. O autor propõe o método
da genealogia para desmascarar a origem dos valores morais,
defendendo que o conhecimento é uma construção interpretativa baseada no perspectivismo.
A análise crítica do filósofo diferencia a moral de escravos,
fundamentada no ressentimento e na negação da vida, da moral de
senhores, que celebra a vitalidade e a autoafirmação. Conceitos centrais
como a vontade de potência e o além-do-homem surgem
como caminhos para a superação do niilismo e a criação de novos sentidos. Por
fim, o vídeo esclarece que o pensamento de Nietzsche foi historicamente distorcido,
refutando associações indevidas ao antissemitismo e ao nacionalismo germânico.
Referência: ARANHA, Maria
Lúcia de Arruda. Moderna Plus Filosofia. 1. ed. São Paulo: Moderna,
2024. p. 243 - 247.
Descrição: O vídeo aborda
como a humanidade se desenvolve através da acumulação
de conhecimentos e da preservação da memória coletiva entre as
gerações. O processo educativo surge como uma ferramenta essencial para manter
a sobrevivência espiritual e material de um povo, permitindo
que o indivíduo supere suas limitações biológicas. Contudo, a cultura não é
estática, pois envolve uma tensão constante entre a manutenção
de tradições e a necessidade de transgressão criativa para
enfrentar novos desafios. Essa dinâmica de ruptura é ilustrada pela luta
histórica das mulheres, que buscam autonomia e igualdade contra estruturas
sociais ultrapassadas. Assim, a evolução humana resulta do equilíbrio
entre herança cultural e a capacidade de transformar a
realidade por meio da liberdade e da inovação.
Referência: ARANHA, Maria
Lúcia de Arruda. Moderna Plus Filosofia. 1. ed. São Paulo: Moderna,
2024. p. 129 - 131.
Descrição: Este vídeo
explora a transição do pensamento pré-socrático para a
complexa metafísica e ciência de Aristóteles. O vídeo detalha
inicialmente as teorias de filósofos pluralistas, como Empédocles,
Anaxágoras e os atomistas, que buscavam explicar a origem da realidade por meio
de múltiplos elementos fundamentais. Em seguida, a abordagem foca em Aristóteles,
apresentando sua lógica rigorosa e sua visão de um cosmos geocêntrico dividido
entre os mundos sublunar e supralunar. São explicados conceitos essenciais como
a teoria do lugar natural, a busca pelas quatro causas e
a finalidade biológica conhecida como teleologia. Por fim, o vídeo
analisa como esse modelo de conhecimento priorizava a observação e a
dedução em vez da experimentação técnica, influenciando o saber
ocidental até a Modernidade.
Referência: ARANHA, Maria
Lúcia de Arruda. Moderna Plus Filosofia. 1. ed. São Paulo: Moderna,
2024. p. 19 - 23.
Já está disponível o edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 com algumas mudanças para ampliar o acesso à educação superior: a partir desta edição, os estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas terão sua inscrição realizada de forma automática. O período de inscrições e de confirmação dos dados para o exame começam na próxima segunda-feira, 25 de maio, e seguem até 5 de junho, exclusivamente pela Página do Participante.
Descrição: O vídeo discute
a necessidade de superar a metanarrativa linear eurocêntrica
que descreve a história da América apenas a partir da chegada de Colombo. Evidências
arqueológicas na Amazônia e o conceito de pluriversidade são
apresentados para contestar a visão de que os povos originários eram primitivos
ou inexistentes antes da colonização. O termo Abya Yala surge
como uma forma de resistência cultural e política, reafirmando a identidade
indígena frente ao legado de violência epistêmica e genocídio.
Através da decolonialidade, busca-se valorizar saberes ancestrais e
outras formas de compreender o mundo que foram historicamente marginalizadas. O
vídeo também utiliza a obra América Invertida para ilustrar a
importância de redefinir as perspectivas geográficas e simbólicas do Sul
Global. Dessa forma, propõe-se um reconhecimento da complexidade humana que
ultrapassa a simplificação histórica imposta pelos colonizadores.
Referência: SILVA, Afrânio et al. Sociologia
em movimento. 1. ed. São Paulo: Moderna, 2024. p. 253 - 254.