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domingo, 22 de fevereiro de 2026

Histórias em quadrinhos podem ajudar no debate racial em sala de aula

 (Foto: Jean Barreto/ Divulgação).

Fã de histórias em quadrinhos (HQ) desde a infância, a doutoranda e professora Fernanda Pereira da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense (UFF), desenvolveu um estudo que confirma como as graphic novels podem provocar reflexões sobre questões étnico-raciais na formação de futuros professores do Curso Normal, fortalecendo a educação antirracista. 

domingo, 28 de dezembro de 2025

Governo do Brasil avança em proteção territorial e garantia de direitos a indígenas e quilombolas em 2025


Em 2025, o Governo do Brasil consolidou avanços significativos nas políticas de proteção territorial e garantia de direitos de povos indígenas e comunidades quilombolas. A retomada das demarcações de terras, o fortalecimento institucional e as ações de segurança e assistência reafirmaram a presença do Estado em territórios historicamente vulnerabilizados, com impactos diretos na redução de conflitos, na preservação ambiental e na promoção da dignidade.

domingo, 21 de dezembro de 2025

IGUALDADE RACIAL: Por unanimidade, STF reconhece racismo estrutural no país

(Foto: Thiago Sousa/MIR).

Supremo Tribunal Federal reconheceu, nesta quinta-feira (18), a existência do racismo estrutural no país. Por unanimidade, os ministros concordaram que há violação sistemática dos direitos fundamentais da população negra no Brasil e determinaram que haja a adoção de providências para superar o quadro. 

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

O que é antissemitismo?

Prisioneiros judeus do campo de concentração Auschwitz-Birkenau, 
libertados em janeiro de 1945. (Fonte: Agência Senado).

A palavra antissemitismo refere-se a uma aversão criada por certos setores da sociedade contra povos de origem judaica, que são povos da linhagem étnica semita. O antissemitismo é tão antigo na sociedade quanto o judaísmo e iniciou-se pelo ódio de populações de certos locais à migração de judeus advinda de suas diásporas — originalmente: expulsões, escravizações e fugas de povos judeus de seus locais de origem.

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Direitos Humanos: Mais da metade dos negros diz não saber como denunciar caso de racismo

(Foto: Joédson Alves/Agência Brasil).

Pouco mais da metade (52,2%) das pessoas pretas e pardas não sabe quais caminhos seguir para denunciar casos de racismo ou injúria racial. O desconhecimento é acompanhado por outro dado: apenas 47,5% dos pretos e pardos conhecem legislações antidiscriminatórias.

A constatação está em uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (19), véspera do feriado nacional pelo Dia da Consciência Negra. 

O levantamento revela ainda que apenas 20,3% dos entrevistados acreditam que a denúncia será encaminhada para os devidos fins legais e que providências cabíveis serão tomadas.

Consciência Negra 2025: Prefeitura de João Pessoa apoia o 10º Arrastão da Consciência Negra Maracastelo, a 4ª Festa Nagô e a 7ª Marcha da Negritude


O Dia da Consciência Negra, lembrado nesta quinta-feira (20), conta com uma programação especial, que tem o apoio da Prefeitura de João Pessoa, por meio da sua Fundação Cultural (Funjope) – o 10º Arrastão da Consciência Negra Maracastelo e a 4ª Festa Nagô. O evento é a culminância das oficinas do maracatu, que integram o projeto de pontos de cultura na Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Prefeitura de João Pessoa lança canal antirracismo e adere a iniciativas que promovem a igualdade racial


A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial, abriu oficialmente, nesta segunda-feira (3), as comemorações alusivas ao Mês da Consciência Negra. A solenidade aconteceu no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e marcou o início do projeto “Zumbi Vive – João Pessoa Ecoa Palmares, Cidade em Crescimento e pela Igualdade Racial”.

O evento reuniu autoridades municipais, estaduais e federais, além de representantes da sociedade civil, do Ministério Público da Paraíba, do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região e da OAB-PB. Durante a cerimônia, foram lançadas importantes iniciativas, como o canal de denúncias antirracistas no aplicativo João Pessoa na Palma da Mão, e a assinatura de adesão ao Plano Juventude Negra Viva, do Governo Federal. Também foi formalizado o Pacto das Políticas Públicas Nacionais para Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana.

domingo, 2 de novembro de 2025

Coordenadoria da Igualdade Racial da Prefeitura de João Pessoa inicia ações comemorativas ao Mês da Consciência Negra


A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial, inicia, nesta segunda-feira (3), as comemorações ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado, no Brasil, em 20 de novembro.  A abertura oficial do projeto ‘Zumbi Vive – João Pessoa Ecoa Palmares, Cidade em Crescimento e pela Igualdade Racial’ acontece às 18h30, no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Segundo a coordenadora de Promoção da Igualdade Racial de João Pessoa, Carla Uedler, o evento integra as atividades do Mês da Consciência Negra e visa promover ações afirmativas, culturais e educativas que reafirmem o compromisso da cidade com a promoção da igualdade racial, a valorização da ancestralidade afro-brasileira e afro-indígena, e o enfrentamento ao racismo estrutural.

sábado, 1 de novembro de 2025

Consciência Negra: Funjope abre exposição coletiva ‘Ilê: arte preta experimental’ no Casarão 34


A Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) abre, na próxima quinta-feira (6), às 16h, na Galeria Casarão 34, a exposição coletiva ‘Ilê: arte preta experimental’, composta por quase 30 obras. Sob a curadoria de Guto Oca e Robson Xavier, a mostra integra a programação da Prefeitura de João Pessoa em homenagem ao Mês da Consciência Negra e fica aberta à visitação até 5 de dezembro.

“Essa exposição do Casarão 34 tem um significado todo especial para nossa equipe da Funjope porque estamos fazendo um duplo movimento com essa ação. Estamos homenageando os artistas pretos e pretas, estimulando e dando visibilidade às suas obras e chamando a atenção, sobretudo, para essa temática da consciência negra que é celebrada durante todo o mês de novembro”, declara o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.

sábado, 11 de outubro de 2025

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: MEC lança curso sobre relações étnico-raciais na EJA

(Foto: Divulgação/MEC)

Iniciativa integra o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA e reforça o compromisso do MEC com a equidade racial. O curso está disponível, gratuitamente, na plataforma Avamec.

O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), lançou o curso e o e-book “Educação de Jovens e Adultos e Educação das Relações Étnico-Raciais” em videoconferência realizada na quinta-feira, 9 de outubro. O objetivo é apoiar profissionais da educação das redes públicas na construção de currículos que promovam a elevação da escolaridade e a qualificação profissional de jovens, adultos e idosos. As iniciativas buscam superar o racismo, reduzir desigualdades e promover a diversidade, assegurando o direito à educação de qualidade para todos os públicos historicamente excluídos.  

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

RACISMO: O que é racismo estrutural brasileiro?

(Imagem: Divulgação).

O racismo estrutural brasileiro é um conceito que define como a discriminação racial no país não se manifesta apenas em atos individuais, mas está profundamente enraizada e molda as próprias estruturas da sociedade. Em outras palavras, é a forma "normal" como as relações sociais, políticas, econômicas e culturais são construídas, resultando em desvantagens para pessoas negras e indígenas e em privilégios para pessoas brancas. 

Ele é a manifestação de um sistema de opressão histórica, que não se encerrou com a abolição da escravatura, mas se perpetuou em novas formas de exclusão. O sociólogo Silvio Almeida explica que as instituições são racistas porque a sociedade é racista, e não o contrário.

Como o racismo estrutural se manifesta no Brasil

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Uma em cada seis crianças de até 6 anos foi vítima de racismo no país

(Foto: Joédson Alves/Agência Brasil).

Uma em cada seis crianças de até 6 anos de idade foi vítima de racismo no Brasil. As creches e pré-escolas são os locais onde ocorreu a maior parte desses crimes. Os dados são do Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, pesquisa nacional encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal - organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância -, divulgada nesta segunda-feira (6).

A pesquisa ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis pelo cuidado de bebês e crianças de 0 a 6 anos. Os dados foram coletados em abril deste ano, por meio de entrevistas presenciais realizadas em pontos de grande fluxo populacional.

domingo, 28 de setembro de 2025

Pequeno manual antirracista da escritora e filósofa Djamila Ribeiro

A escritora e filósofa Djamila Ribeiro. (Foto: Divulgação).

Resumo

O livro Pequeno manual antirracista, da filósofa Djamila Ribeiro, é uma obra didática e acessível que oferece dez lições breves e contundentes sobre as origens e a prática do racismo, e como combatê-lo no dia a dia. A principal mensagem é que o racismo é um sistema de opressão estrutural, e não apenas um ato individual, exigindo que todas as pessoas, e não apenas as negras, se tornem ativamente antirracistas. 

O racismo como sistema de opressão

O livro desmistifica a ideia de que o racismo é apenas um problema de indivíduos com preconceito. Pelo contrário, Djamila explica que ele está enraizado nas estruturas da sociedade, nas instituições e nas relações sociais, criando desigualdades e negando direitos à população negra.

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Cota racial: quem tem direito e por que documentos não definem cor


Para concorrer em concurso público ou vestibular pela cota racial, tenho de obter um laudo dermatológico que ateste que sou negro? A minha certidão de nascimento precisa informar que a minha cor é preta ou parda? Posso apresentar fotos do meu avô negro?

A resposta para todas essas perguntas é não. Depois que um candidato negro às vagas reservadas passa na prova, o que comprova a raça autodeclarada na inscrição é somente a análise feita por uma comissão da respectiva instituição.

Normalmente a partir de uma foto ou um vídeo atual do concorrente, os integrantes dessa banca — a chamada comissão de heteroidentificação — avaliam se seus traços físicos, como cor da pele, formato do nariz e textura do cabelo, são associados ao preconceito racial.

terça-feira, 16 de setembro de 2025

O pardo e o mal-estar do racismo brasileiro

"Ser negro é uma opção política densamente costurada 
por diferentes movimentos negros"
(Foto: Cris Faga/NurPhoto/picture alliance).

Movimento de pardos que defendem identidade racial distinta da negritude se fortalece. Deslegitimar esse vínculo é um desserviço na luta contra o racismo, endossando o mito da democracia racial.

Toda e qualquer tentativa de simplificar o racismo é um tiro no pé. Ou melhor: é uma carga redobrada de combustível para fazer a máquina do racismo funcionar. E talvez não tenhamos assunto mais inflamável do que a questão do pardo no Brasil.

Nos últimos anos, o cenário público tem assistido ao fortalecimento de um movimento de pessoas pardas que defendem uma identidade racial distinta da negritude. Embora não seja um fenômeno inédito, essa posição tem gerado tensões, pois reivindica especificidades que, em alguns casos, flertam com práticas de inspiração eugênica. Tal processo provoca um grande mal-estar no debate racial e fragiliza a luta coletiva contra o racismo, como apontam o dossiê organizado por Flávia Rios e o artigo de Lia Vainer e Érico Oliveira publicado na Folha de S. Paulo.

Quem ganha ao separar pessoas pretas e pardas?

Bianca Santana é Doutora em ciência da informação, 
mestra em educação e jornalista. Autora de "Quando me Descobri Negra" 
(Foto: João Benz/Divulgação).

Da África do Sul aos Estados Unidos, dos países caribenhos ao Brasil, classificações raciais podem servir para ampliar direitos ou dividir politicamente.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Dez mil ativistas negras marcham contra a discriminação e a violência.


1ª Marcha Nacional das Mulheres Negras
Foto: Revista Fórum.
Na capital do país, o dia foi de luta contra o racismo. Ativistas de norte a sul se reuniram nesta quarta-feira 18 para a 1ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, que tomou as ruas da cidade.

Segundo a organização, cerca de 10 mil pessoas participaram do ato, que teve por objetivo chamar a atenção para o combate à discriminação e para a necessidade de ampliação das políticas públicas de promoção da igualdade.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Em Cabedelo-PB - Dia Nacional da Consciência Negra terá semana de atividades e Mostra de Beleza.


Semana da Consciência Negra (Arte: Thiago Pantera).
A Prefeitura Municipal de Cabedelo abre nesta terça-feira (17) a Semana da Consciência Negra. Na programação, que segue até o dia 20 – Dia Nacional da Consciência Negra – estão apresentações culturais, palestras, atividades esportivas e uma Mostra de Beleza Negra. 

A abertura da Semana, cujo tema será “Cabedelo Celebra Zumbi e Dandara, resgatando e valorizando a cultura negra” acontecerá às 18h no Teatro Santa Catarina. Na ocasião, haverá apresentação dos professores do Centro de Artes, palestra sobre racismo na sociedade brasileira, além da participação do Grupo Capoeira, do Mais Educação, Tambores do Forte e mostra de artesanato.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Negras são maiores vítimas de homicídio de mulheres no País.


Divulgação.
O Brasil ocupa a incomoda 5ª posição em ranking global de homicídios de mulheres, entre 83 países elencados pela Organização das Nações Unidas (ONU). É o que mostra estudo divulgado nesta segunda-feira (9). Em 2013, a taxa de mortes por assassinato de mulheres para cada 100 mil habitantes foi de 4,8 casos. A média mundial foi de dois casos. Foram 4.762 mulheres mortas violentamente no País naquele ano: 13 vítimas fatais por dia.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Leis brasileiras colocaram o racismo em pauta, diz professora.


Divulgação.
O Brasil reconhece que existem diferenças entre as pessoas e que parte da população sofre com o racismo, desfazendo o ideal que perdurou por séculos de que o país vivia o mito da democracia racial. A afirmação é da professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) Tânia Müller, que participou hoje (21) do Colóquio Internacional Relações Étnico-Raciais e Políticas Públicas, que ocorre até sexta-feira (23) no Rio de Janeiro. Até amanhã, as atividades serão no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ). Na sexta-feira, as discussões e atrações culturais serão na Escola Sesc Ensino Médio, em Jacarepaguá.
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